Serina acaba morando com o sogro, Saburo, que mora no interior. Serina sorri e diz: "Estou preocupada que meu sogro, que perdeu a energia, continue morando sozinho". No primeiro dia de convivência, o marido insiste com Serina, que se recusa a trabalhar à noite porque o sogro está presente, que está tudo bem. A voz ofegante incontrolável chega ao quarto de Saburo.